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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Decepção...

As vezes é preciso uma decepção,
para aprendermos que a vida
não é feita apenas de alegria,
e sim de tentativas!
~M. Fernandes~

Você já teve alguma decepção na vida?
Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada.
Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um punhal invisível que dilacera as fibras mais sutis da alma.
Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com as pessoas em quem investimos nossos mais puros sentimentos de confiança e amor.
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que, de um momento para outro, passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa sinceridade, do nosso afeto, da nossa dedicação, da nossa lealdade...
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida, e que um dia chega e nos diz que o amor acabou, que já não fazemos mais parte da sua história... que outra pessoa agora ocupa o nosso lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que queima sem consumir.
Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus atos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, vale a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos deixemos atingir pela cruel espada da desilusão.
Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós, nossos amores também não são perfeitos.
E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade. Nunca nos disseram que seriam eternamente a mesma pessoa e que jamais nos causariam decepções.
Nós é que queremos que sejam como os idealizamos.
Assim nos iludimos. Mas só se desilude quem está iludido.
Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma com o antídoto eficaz do entendimento.
Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os atos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos permitem ver os fatos em sua real dimensão e importância, evitando dores exageradas.
A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as imagens e os fatos que estão à nossa frente.
E a decepção nada mais é do que perceber que se estava iludido, enganado sobre algo ou alguém.
Assim, se você está amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe toldavam a visão.
Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem.
Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do olhar... Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões.
* * *
Aprenda a valorizar nas pessoas suas marcas positivas.
Lembre-se de que cada um dá o que tem, o que pode oferecer.
Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da ingratidão, pois é o que alimentam na alma.
Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da lealdade, do afeto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres que caminham ao seu lado.
(AUTOR DESCONHECIDO)

Já tive minhas fases de decepção e, acreditem, dói muuuuuuuito! Dói na alma... Dói principalmente quando você espera que a pessoa aja de modo correto, no mínimo, e a pessoa faz uma sacanagem daquelas... É complicado lidar com isso!!! Mas o tempo ensina a praticar o desapego desse sentimento de esperar das pessoas. Só o tempo mesmo!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Antipatia...



Antipatia (do grego antipathéia, pela junção de anti = contra e pathéia = afeição) é uma aversão ou repugnância de uma pessoa para com outra variando em diferentes intensidades (graus).

A antipatia pode gerar uma série de conseqüências desagradáveis e desfavoráveis para quem a transmite, podendo até mesmo afastar as pessoas. É preciso, acima de tudo, nesta situação, aliviar a expressão facial, evitando ao máximo franzir a testa ou conservar um olhar semi-serrado, devendo também tomar cuidado para não se tornar arrogante, prepotente, indesejado, artificial ou robotizado.

A timidez excessiva, seguida de isolamento por uma pessoa que se fecha para si mesma por sentir dificuldades, insegurança ou inferioridade ao lidar com o próximo, também poderá transparecer anti-socialismo, uma certa arrogância ou antipatia gratuita.

Ser simpático, carismático, atencioso, prestativo e educado é dever de todos, em qualquer momento, situação ou lugar, seja na vida social ou profissional.

Mantenha sempre um carinho especial pelo que faz, assim como para quem faz.

"Somos incapazes de esquecer uma pessoa que nos tratou bem, como também somos incapazes de esquecer uma pessoa que nos tratou mal."

Fonte: Catho

E quantas vezes não acontece da gente não ir com a cara de alguém logo de início e com o tempo vamos descobrindo que a pessoa não é assim tão ruim quanto pensávamos? Pior, quantas vezes não acontece da gente adorar uma pessoa logo de cara e com o tempo a gente sofre AQUELA decepção pois a pessoa não era nada daquilo que parecia ser?

Eu mesma, com minhas mais de três décadas de vida, vivo me surpreendendo!